Com foco em inovação, Estado moderniza processos internos para garantir suporte ágil às prefeituras e melhorar a rede de proteção social
Para ampliar o fortalecimento da rede de proteção social, a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Sedese) apresenta o novo Plano de Apoio Técnico Regionalizado e Descentralizado. O projeto é o resultado de seis meses de trabalho coletivo e marca uma nova fase na relação entre o Governo de Minas e os municípios mineiros.
O plano foi elaborado por uma força-tarefa de 36 servidores da Subsecretaria de Assistência Social (Subas), em parceria com as equipes dos Centros de Referência Especializados de Assistência Social (Creas Regionais), e contou com a participação ativa da Diretoria de Coordenação Regional e de representantes das Diretorias Regionais de Desenvolvimento Social.
O objetivo é trabalhar com os municípios a concepção de trabalho social com famílias como prática técnica e ética, que demanda escuta qualificada voltada para o fortalecimento de vínculos, a proteção integral e a emancipação dos sujeitos.
Novas diretrizes
O novo Plano foi construído com suporte da consultoria Vira e Mexe, especializada no desenvolvimento de equipes de assistência social com foco na garantia de direitos e superação do assistencialismo, pilares que também são abordados no Plano. Durante 180 dias, gestores e técnicos debateram os desafios cotidianos para criar uma agenda de ações que será executada nos próximos 18 meses.
Esse cronograma já começou e a Subsecretaria de Assistência Social e Diretorias Regionais vão iniciar a aplicação das novas diretrizes de apoio aos municípios de forma imediata. A nova metodologia se fundamenta em cinco objetivos:
– Institucionalizar o modelo de apoio técnico integrado e descentralizado da Subas e Diretorias Regionais, orientado por dados e evidências;
– Agregar à cultura organizacional incentivo à integração;
– Aprimorar as capacidades das equipes;
– Implementar Gestão Estratégica de Comunicação e Transparência;
– Institucionalizar a Política de Valorização e Gestão do Trabalho da Subas e Diretorias Regionais.
O que muda na prática
A proposta prevê a automatização de processos e a criação de fluxos de trabalho mais ágeis. Na prática, serão realizados diagnósticos dos territórios, buscando compreender as características e demandas mais frequentes; construção de indicadores de impacto para medir a eficácia das ações desenvolvidas pela Sedese e os efeitos na atuação dos municípios visando à proteção social das pessoas e famílias mineiras; educação permanente com metodologias modernas para os técnicos municipais, além de canais de escuta ativa, permitindo que as demandas locais sejam ouvidas e atendidas com maior celeridade pelo Estado.
Com informações da Sedese-MG





