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Dia Nacional de Redução da Mortalidade Materna acende alerta sobre cuidados com o pré-natal

O tema é delicado e merece atenção. Em 28 de maio é lembrado o Dia Nacional de Redução da Mortalidade Materna, data que tem como objetivo reforçar a importância de ações sobre a saúde das mulheres e de reforçar os direitos da gestante e da puérpera.

A mortalidade materna resulta das complicações associadas à hipertensão, que pode se manifestar como pré-eclâmpsia ou como uma condição crônica já presente antes da gravidez.

Hemorragias graves, especialmente durante o parto, também são causas frequentes e demandam ações imediatas e baseadas em evidências.

As doenças infecciosas, com manifestações agudas, muitas vezes provocam uma resposta inflamatória sistêmica que ameaça a vida.

O cuidado pré-natal é uma parte importante dos atendimentos com a saúde da mulher durante a gravidez e o parto. Essa prática deve ser rotineira neste período de assistência e gera melhores resultados durante o período perinatal.

Os exames de imagem no pré-natal são fundamentais para monitorar o desenvolvimento do bebê e garantir a saúde da gestante.

Dados alarmantes

O Brasil ainda perde centenas de mulheres por ano durante a gestação ou em um período de 42 dias após o fim da gravidez.

A razão de mortalidade materna no país é de 56,4 a cada 100 mil nascidos vivos, segundo os últimos dados disponíveis, de 2024. Isso significa que, apenas neste ano, foram registrados 1.347 óbitos.

Os dados são do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM-Datasus), consultados no Observatório da Saúde Pública. A maioria dessas mortes, nove em cada dez, é evitável, segundo a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas).

Programa

Além dos médicos, uma equipe de diferentes profissionais é importante para garantir o atendimento adequado às mulheres.

Para reduzir mortes maternas evitáveis e ampliar a segurança de mães e bebês, o Governo de Minas, por meio da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), fortalece ações de cuidado materno-infantil em todo o Estado.

Entre as principais iniciativas está a Estratégia Zero Morte Materna por Hemorragia, implementada em parceria com a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas/OMS) e o Ministério da Saúde. A ação qualifica equipes e maternidades para aprimorar o atendimento às gestantes e o manejo da hemorragia obstétrica, uma das principais causas de morte materna.

Fontes: SES-MG, Ministério da Saúde e Agência Brasil

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